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Depois da queda, a ressurreição: Devin de volta

Pareceu uma eternidade para mim, mas muita gente deve ter percebido que esse site ficou fora do ar por 1 mês. Tive problemas com o datacenter/servidor em que eu hospedava todos meus projetos. Mas felizmente, consegui recuperar tudo que tinha antes… Não perdi nada mesmo. Logo que recuperei meus dados, depois de 10 anos em um servidor dedicado, resolvi tentar uma empresa de hosting mesmo, para hospedar pelo menos minhas páginas. Nesse caso, como eu tinha bastante experiência com a Dreamhost, e por ela (em minha opinião) ter o melhor custo-benefício, resolvi começar a usá-la. Em poucos minutos coloquei tudo no ar de novo.

Como nem tudo são flores, infelizmente eu perdi muita coisa enquanto esse site estava fora do ar. Uma das principais foi minhas posições no PageRank e resultados de busca do Google. Para vários termos comuns que alguém procurava no Google Brasil, como comandos linux, vcd, shell-script, crontab, entre outros, eu costumava ser o primeiro ou estar entre os primeiros resultados. A quantidade de pessoas que chegavam aqui procurando por dicas e ajuda era imensa… E agora ficou fraco novamente. Espero que com o tempo o o Google “me perdoe” pela ausência do site e me re-coloque no lugar que estava antes… :)

Enquanto isso, aproveitem novamente as dicas e tutoriais, e me ajudem a reconquistar a posição divulgando o site em seus lugares favoritos e à seus amigos ;) Abraços!

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Entrando na era dos originais

Pirataria é algo muito comum aqui no Brasil e eu sei disso muito bem porque sempre costumava usar coisas piratas. A principal razão o poder aquisitivo: com 12 anos por exemplo, eu não tinha dinheiro pra ficar comprando softwares e jogos de computador (mal tinha dinheiro próprio para comprar um PC…). O que eu fazia muito junto à minha família era comprar um videogame que durasse anos, e então todo final de semana alugar uns jogos no sábado para entregar na segunda a noite.

Isso funcionava muito bem, eu tinha um Mega Drive com 2 ou 3 jogos. O resto era tudo alugando nos finais de semana. Eu gostava muito de videogame… Tinha uma listinha de jogos zerados, que tinha mais de 100 jogos que eu havia alugado e detonado! Cheguei a fazer esse esquema de aluguel com jogos de PC também, mas com o tempo os jogos foram mudando e começaram a aparecer mais jogos que não eram os jogos casuais – onde você começa e finaliza. Quando surgiu o Multiplayer então, nossa. Quake I foi um dos meus vícios.

Apropósito, algo interessante que fiquei sabendo recentemente: o termo zerar um jogo, que significa finalizá-lo, vem da época antiga onde os jogos se concentravam na pontuação: jogos de Atari por exemplo (Enduro, River Raid, etc). Como os jogos não tinham um final definido, finalizar o jogo significa zerar a pontuação, ou seja, passar do número máximo (exemplo: “999999″) e voltar para o “000000″.

O tempo foi passando e os jogos foram dominando o mundo. Eram muitos jogos, todos caros para mim. Jogos piratas de PC eram uma coisa muito comum na minha vida. Eu tinha pouquíssimos jogos originais: a maioria era de jogos que vinham com aquelas revistas por menos de 10 reais. Aqui no Brasil, o pessoal gosta de ter um pouco mais de trabalho pra conseguir as coisas, mas pagar menos por isso.

Houve algumas excessões: Warcraft III e sua expansão (Frozen Throne), World Of Warcraft. Pense nuns joguinhos bem legais que estes são… :-) Em relação a videogames, eu tinha um Nintendo 64 e continuava a alugar nas locadoras, enquanto a galera do Playstation pirateava jogos até explodir o gravador de CD.

Hoje em dia, para mim, as coisas mudaram. Talvez eu amadureci. Gosto muito de software livre e de código-aberto porque me fornecem bons programas com todas as liberdades legais (e são de graça). Mas tem certas coisas que eu não acho ruim no formato “proprietário”. Por exemplo, na indústria de jogos eu não faço a mínima questão dos jogos serem livres. Eu quero mesmo é que os jogos sejam acessíveis para mim, ou seja, baratos e de fácil obtenção.

Vejam só, essa semana eu comprei um jogo na Steam por US$2! Final do ano de 2009, a própria Steam fez várias promoções e eu comprei uns 10 jogos, gastando só uns US$30! Eu gosto quando é assim: barato. E o pior de tudo é que pra fazer essas compras, eu cliquei umas três vezes no site e já tava baixando os jogos. Facilidade. Assim dá gosto comprar as coisas e contribuir com o pagamento dos salários de quem faz os jogos.

Mesmo que um dia eu piratiei muito… Isso serviu como ponte para uma pessoa que hoje em dia compra muitos jogos. Descobri a música assim, baixando mp3 na Internet. Agora vou pra shows e compro uns materiais quando estão acessíveis. Mas ainda me recuso a comprar CDs, é muito caro!

Apesar de já terem inventado um jeito de hackear o PS3, comprei um recentemente e proclamei que eu entrei na era dos originais. Eu quero as coisas originais agora. Quero pagar mesmo para o pessoal que faz as coisas bem feitas. Não quero ficar usando pirata a troco de nada. E tratem de fazer boas promoções, que eu vou comprar se gostar. Pirata agora eu só vou usar pra ver se gosto de algo, e se gostar, vou comprar.

Quando vou ao cinema, gasto só com o ingresso uns R$12 e tenho no máximo 3 horas de diversão. Comprei um joguinho de Tower Defense por R$6 e estou jogando durante o mês inteiro (já que é bem casual), somando mais de 16 horas de diversão: e eu ainda nem terminei o jogo! Jogos comandam :-)

Metal Gear Solid 1/2/3/4, Guitar Hero / Rock Band, God Of War 1/2/3, Portal, FIFA 2010, Soul Calibur IV, Silent Hill… Jogos que valem a pena ter originais, dentre tantos outros! E espere um momento… não acredito! Acabei de abrir o Steam aqui e tem uma promoção de todos os jogos X-Com por US$2! Pronto, comprei.

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Update: Por que morrer é tao ruim? [2]

Há algum tempo atrás eu escrevi um post em meu blog perguntando: Por que morrer é tão ruim? Desde então, eu conversei com várias pessoas, tive retorno de outras pelos comentários, assisti algumas coisas e fui, como sempre, adaptando minha opinião. As idéias principais foram as seguintes:

  • Viver é ducaralho!
  • Será que viver para sempre seria bom?
  • Quando morrermos, será tão tranquilo assim?

Será que viver é ducaralho mesmo? Nada melhor que nós mesmos para saber. Tem algumas pessoas que acham que viver é um fardo… E para outras viver é realmente um fardo. Eu particularmente, como disse no post anterior, acho minha vida muito boa. Mas o que fazer quando a nossa vida não é tão boa assim? Primeiro temos que perguntar três coisas: Será que é realmente ruim mesmo? Será que não é apenas uma fase? O que eu poderia fazer para melhorar?

Essas três perguntas são básicas, mas difíceis de responder, ainda mais para uma pessoa pessimista que acha que a vida não vale a pena. Nesses casos, talvez uma ajuda externa ajude. Obviamente 95% das pessoas consultadas sobre isso irão dar opiniões otimistas, para que a pessoa melhore sua vida, afinal estes “conselheiros” não vão querer ser responsáveis por uma vida “ainda pior”. Na boa, o importante mesmo é ser crítico. Ser crítico quanto à sua situação, à sua opinião e à opinião dos outros.

Eu gosto mesmo é de ser otimista. Se a vida tá ruim em um momento, em outro poderá muito bem estar ótima! Quem viu o post passado, viu a representação da Morte em Sandman (por sinal, linda representação!). Isso me faz lembrar de uma das histórias do Sr. dos Sonhos… A história começa com um homem falando para seus companheiros: “A morte é uma baboseira, eu não vou morrer.” Sandman escuta a história e fica interessado. “Como você vai fazer isso?” – Morpheus pergunta. O rapaz diz, espertamente: “Fazemos assim. A cada 100 anos te encontro nesta mesma taberna, neste mesmo dia do ano.”.

A cada 100 anos o homem voltava àquela taberna e encontrava com o Sr. dos Sonhos. A cada visita, porém, ele estava sempre diferente. Em uma época era trabalhador, outra época era um mendigo, outra época era um empresário rico. A inércia é cruel, eu sei, mas nada é estático nesse mundo. Então eu prefiro viver em um mundo otimista.

Mas e aí? Se a vida não é ruim, por que morrer? Por que não viver para sempre? Por que não fazer que nem o homem da história e simplesmente enganar a morte e viver para sempre? No post passado, eu comentei que viver para sempre poderia cansar. Mas logo depois de muitas conversas e opiniões fui mudando minha opinião: será que esse “cansar” também não é apenas um efeito físico do desgaste do nosso corpo? Mentalmente, o cansar poderia ser diferente, mas em um mundo com “infinitas” possibilidades e eventos distintos, será que realmente a gente iria cansar?

O que me traz para outra história, a do filme “O Homem Da Terra” (Man From The Earth, em inglês). É o tipo de filme que eu chamo de “mindfuck”, ou seja, faz você pirar na batatinha de tanto pensar. Descobri o filme através de meu amigo Rafael, que por sua vez pegou o filme com o colega Rene (só para constar, a distribuição do filme é liberada!). O filme conta a história de um professor de faculdade que decide mudar de cidade e emprego depois de 10 anos como professor. Ele então faz uma confraternização com outros professores amigos, e durante a reunião na casa dele, com todos perguntando por que diabos ele está mudando radicalmente o rumo da vida sem mais nem menos, ele faz a pergunta: “E se eu fosse um ser que não morre, e que está andando pela Terra há 14.000 anos?” Os colegas professores especulam e ridicularizam a idéia absurda, mas quem está errado? E que revelações este homem “imortal” poderia nos dar?

No filme, a narrativa conta toda uma saga de um homem que não morre, vive milhares de épocas diferentes… E não cansa: pois é jovem e não envelhece. Apesar de ser apenas um homem comum, viveu por 14.000 anos em diferentes épocas, de diferentes formas e em diferentes lugares. Será verdade? E talvez, para ele, as coisas que damos mais importância, com o tempo podem ter se tornado banais o suficiente para ele não ligar muito. Pois bem, recomendo bastante assistir o filme!

Man From The Earth Logo

Man From The Earth Logo

E se morrermos, será tão ruim assim mesmo? Sobre isso, eu ainda continuo bem firme com minha opinião, de que a morte não é tão ruim assim e que quando morrermos, o nada nos presenteará com a paz eterna e absoluta. Mas tem quem diga que não seria justo ser só isso e que as religiões têm uma certa razão. Eu duvido muito ;-)

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Por que morrer é tão ruim?

Semana passada eu fiquei doente. Começou com uma simples inflamação na garganta, coisa que tenho há vários e vários anos e até já me acostumei. Mas no meio do processo parece que a coisa piorou, eu não devo ter me cuidado direito (ou sei lá) e eu fiquei realmente mal. Felizmente depois de uma semana as coisas melhoraram um pouco, apesar de eu ainda ter sequelas :P

Uma das coisas mais chatas de ficar doente é que eu não consigo fazer nada. É, tenho que ficar na cama dormindo ou pensando, porque olhar pra qualquer tela eletrônica me dá dor de cabeça. Num de meus devaneios “doentis” (double combo!) na cama, fiquei pensando no que aconteceria se eu morresse. O engraçado é que diferente de muita gente, eu tenho um pensamento muito diferente sobre a morte… Eu aprendi a considerar a morte algo legal.

“Credo, o cara virou suicida”, você pensa. Mas não é bem assim… Para mim, “viver é ducaralho”, só o fato de viver mesmo. A vida em sí já é massa e interessante. O próprio conceito “vida” é um conceito único num universo infinitamente gigantesco. O “viver é ducaralho” foi uma frase que meu amigo Rafael soltou um dia desses lá na sala enquanto conversávamos sobre um assunto parecido e eu concordei.

Eu acho a vida muito legal sim, principalmente porque realmente minha vida é muito legal, ela é praticamente bem completa e perfeita. Tenho tudo o que preciso, salvo as futilidades que eu estou planejando ainda pro futuro, como uma Harley Davidson, uma mansão da playboy particular e milhares de mulheres aos meus pés. Eu evito a morte, mas se eu morrer, e daí? O que eu tenho de me preocupar?

“Um guerreiro deve cultivar o sentimento de que ele tem tudo o que é preciso para a jornada extravagante que é sua vida. O que conta para um guerreiro é estar vivo. A vida em si mesma já é suficiente, auto-explicativa e completa” Don Juan – A Erva do Diabo, de Carlos Castañeda.

A questão é: quando eu morrer, não vou ter mais nada com o que me preocupar. Nada. Isto porque eu acredito que quando a gente morre é isso que acontece, um grande nada. Sua consciência deixa de existir e você simplesmente não tem mais nada pra fazer, nem pensar. Eu não sei porque diabos as pessoas acham isso tão ruim… Ah, sei sim, é que as pessoas realmente gostam de se prender a alguma coisa :P Elas se prendem à outras pessoas, à algumas manias, à alguns gostos, à alguma idéia, à alguma religião. Isso é legal e as mantém sãs. Talvez a vontade de viver, a juventude e essas coisas, são as principais forças que fazem as pessoas serem assim. Mas nenhuma vida é eterna, então eu vou é deixar de ser burro e encarar a realidade.

Quero viver bastante, fazer muitas coisas legais, fazer a minha parte para deixar o mundo um pouco melhor para as pessoas também. Mas quando eu morrer, vou adorar! Não vou precisar fazer mais nada, vou entrar de férias permanentes até de pensamento! Uma espécie de Nirvana eterno! E se isso não é comfortante, o que é então?

A Morte em Sandman

A Morte em Sandman

Publiquei uma continuação deste post, meses depois: Update: Por que morrer é tao ruim? [2]

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Boteco 4Linux: KyaPanel

É curioso como a teoria do caos funciona no meu mundo. Tudo acaba acontecendo de uma maneira que só aparecem coinscidências! É um encontro inusitado alí, uma sorte aqui… E o que aconteceu essas duas últimas semanas não foi diferente.

Há vários anos eu já acompanhava (mesmo que de longe) o desenvolvimento do antigo “JeguePanel”, um software de gestão de e-mail (Postfix) e compartilhamentos de rede (Samba) criado pelo grande amigo Anahuac de Paula Gil (grande figura). Mais tarde, votei na mudança de seu nome para KyaPanel (que cá entre nós, ficou um nome mais profissional… Um nome para o “mercado”). Recentemente, com a reformulação de meu site, resolvi baixar o KyaPanel para fazer um review e alguns tutoriais sobre o software, coisa que eu queria ter feito há algum tempo, mas acho que não tinha muita motivação (nisso a reformulação do site ajudou).

http://www.kyapanel.com

Aí é que veio a coinscidência, na mesma semana que tive esta idéia, recebo um e-mail da 4Linux convidando para participar de uma palestra sobre nada mais nada menos que o KyaPanel! Com ninguém mais que o próprio Anahuac palestrando sobre o produto. O evento é o Boteco 4Linux, que ao meu ver é uma ótima idéia para reuniar as pessoas interessadas sobre algum assunto e aprender coisas a mais.

Sobre a palestra

Sempre achei o Anahuac um ótimo palestrante, com o tom descontraído que deixa as palestras sempre mais legais. Desta vez não foi diferente, pelo contrário, foi muito boa, ainda mais quando havia uma cervejinha envolvida no processo (tanto do lado do palestrante quanto do meu lado).

Como gosto de relatos um pouco mais resumidos, o que absorvi da palestra foi o seguinte:

  • KyaPanel não é com KI, é com KY, que fica melhor.
  • Não vi muita coisa sobre a administração do Samba, mas na verdade isso não me interessava muito.
  • Descobri uma poderosa ferramenta de administração de e-mails, que pode utilizar várias bases de dados (LDAP, MySQL, PostgreSQL), pode fazer controle por domínio e por usuário (por usuário é muito bom) através de poderosos filtros, se integra com outros groupwares (eGroupWare, Zimbra), etc.
  • Tem uma metodologia de configuração não-intrusiva: ao invés da ferramenta sair modificando os arquivos de configuração, ele sugere que o administrador o faça. Adorei isso, assim eu fico sabendo o que exatamente a ferramenta faz sem ter que ficar olhando código e ainda consigo criar uma documentação mais concisa do processo de implementação.

O Anahuac fez algumas demonstrações da ferramenta durante a palestra, mostrando a criação e edição de usuários, alguns filtros, restrições e a integração da ferramenta com o Zimbra. Inclusive eu concordei bastante quando ele disse que o Zimbra e o “Gato Antônio” (a.k.a. Tomcat) são muito pesados. Pena que o mercado gosta tanto dessa linguagem!

O relato oficial do Boteco 4Linux pode ser encontrado no endereço:
http://www.4linux.com.br/noticias/2008/confira-como-foi-boteco-4linux-kyapanel.html

A propósito, fiquei feliz e meio sem graça ao mesmo tempo pois muita gente ainda lembra de mim. Espero que meu trabalho continue, assim como o trabalho do Anahuac continue e faça ainda mais sucesso. E falando nisso, fiquei muito feliz em saber que depois de muito esforço, o Anahuac agora está colhendo os frutos da ótima ferramenta que ele está desenvolvendo. E ainda acho que isso só tende vai crescer ;)

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MegaDriver: MetalHog

Recebi um e-mail de meu amigo Danilo Passos (aka |N|NjA|) me falando sobre o mais novo trabalho da banda MegaDriver. Para quem não sabe, MegaDriver se originou apenas de uma pessoa que resolveu fazer versões de metal e no começo fez tudo sozinho. Fez um grande sucesso apenas com a divulgação de suas versões na Internet. Hoje tem mais três integrantes e inclusive tocam ao vivo em eventos de Anime e Jogos.

Particularmente, o primeiro contato que tive com essa banda foi ao ouvir a música Rise From Your Grave, uma versão Metal da música da primeira fase do jogo Altered Beast. Me arrepio só de lembrar.

POWER UP!

http://www.megadriver.com.br

Ao ver a notícia, demorei exatamente três segundos para entrar no site e começar a baixar o álbum novo trabalho deles: MetalHog. O MetalHog tem em todo ele músicas em versão Metal de Sonic: tanto o 1, 2, 3, Sonic & Knuckles, entre outros. O álbum está disponível para download gratuitamente no formato MP3.

Em minha opinião, o novo álbum ficou muito bom. Agora com mais integrantes, acredito que deu para trabalhar melhor nas músicas, além da experiência passada que tiveram. Conseguiram fazer versões muito boas das principais músicas da série. Em particular gostei da última música, MetalHog, que é a música quando o Sonic vai lutar contra o Robotinik! Emocionante, inclusive é legal notar as simulações de coros feitos com teclado no fundo, em parte da música. Ficou muito bom.

À seguir as faixas do CD:

01 – Intro (Sonic 1)
02 – Greenhill (Sonic 1)
03 – Emerald Hill (Sonic 2)
04 – Chemical Plant (Sonic 2)
05 – Marble Zone (Sonic 1)
06 – Flying Battery Metal (Sonic And Knuckles)
07 – Casino Night (Sonic 2)
08 – Startlight (Sonic 1)
09 – Scrap Brain (Sonic 1 SMS)
10 – Scrap Brain (Sonic 1)
11 – Metalpolis (Sonic 2)
12 – Ice Cap (Sonic 3)
13 – Live And Learn (Sonic Adventure)
14 – MetalHog (Sonic 1 And 2)

Link de download das faixas:

http://www.megadriver.com.br/site.cgi?pg=album&album=MetalHog&tema=metalhog

Link de download do álbum completo, compactado em ZIP:

http://www.megadriver.com.br/albums/MetalHog.zip

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HTML + CSS + Gostosa

Há algum tempo atrás eu estava matando o tempo vendo um famoso fórum anônimo de imagens, quando me deparei com uma imagem extremamente interessante. Na hora não pensei duas vezes: salvei a imagem na minha máquina e mostrei pra alguns amigos e amigas.

Quando fui postar no fotolog, percebi que faltava algo mais. Talvez a camisa da gostosa estivesse implementando apenas uma parte de todo o HTML, então na minha incrível falta do que fazer, resolvi criar um código HTML + CSS para ela:

<html>
  <head>
    <meta http-equiv="Content-Type" content="woman/blonde"/>
    <hair style="color: blonde; size: long"></hair>
    <eyes style="color: black;"></eyes>
  <nose></nose>
  <mouth style="lipstick-color: #572023">:)</mouth>
  </head>
  <neck><colar></colar></neck>
  <body style="size: medium; vertical-size: thin">
    <arms><hands></hands></arms>
    <tshirt style="type: nerd hot chick">
      <tits style="size: medium; touchable: very"></tits>
    </tshirt>
    <jeans style="color: blue">
      <ass style="shape: round; feel: soft"></ass>
      <vagina style="haircut: v-style; size="medium"></vagina>
      <legs></legs>
    </jeans>
  </body>
  <feet>
    <footnote>Nérd Chicks - Beneath the clothes and glasses there is a sexy goddess.</footnote>
  </feet>
</html>

Com pequenas alterações no estilo CSS, é possível criar variações da mulher para todos os gostos. Isto mostra como o CSS é poderoso, seguindo os padrões. Não utilizei uma folha de estilo separada para o código ficar um pouco menor e caber numa impressão junto com a foto.

Imprimi duas páginas: uma eu colei na parede do quarto, a outra eu dei de presente pro professor de Web da faculdade.

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Devin: Um tudo novo, mas será que muda?

More Work!?

Tomei coragem mas finalmente fiz. Eu estava querendo transformar meu site, migrando tudo para CMS, mas tinha que ter muita coragem para isso… Eu fazia as coisas tudo manualmente, no código HTML e no PHP puro, mesmo depois da popularização do PHP e todos estes ótimos CMS que temos por aí e que facilitam a vida de nós webmasters.

Pesou muito a escolha, mas acabei optando pelo Wordpress, com o joomla! em um segundo lugar não muito distante. Depois que comecei a mexer no Wordpress me impressionei muito com todas as capacidades que ele tem, mas para transformá-lo em um CMS completo, realmente precisa-se de um pouco de experiência com HTML e PHP.

Na verdade demorei mais tempo adaptando o estilo e HTML da página do que migrando os dados do site antigo para o novo. Os comentários e o livro de visitas estão todos aí. Os artigos deu um pouco de trabalho convertê-los, mas depois de um tempo deu certo. No mais, eu ainda estou adaptando o layout desse site para melhor apresentar o conteúdo aos leitores.

Peço que quem ver isto daqui, por favor opine sobre as coisas que preciso mudar! Melhorias a fazer, sugestões. Deixe seu comentário e eu terei o prazer de lê-lo!

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Yahoo! Eclipse: Falso porém criativo

Ontem eu estava conversando com um amigo meu da faculdade, quando de repente ele me chegou com a pergunta:

- Já viu o Yahoo Eclipse?
- Hummmm… não… – comecei a pensar no Eclipse, o software de desenvolvimento, mas descartei a idéia em alguns segundos – O que é?
- Sábado o Yahoo vai fazer um Eclipse Lunar na Terra que poderá ser vista no Brasil.
- O que?! Vão fazer um eclipse lunar artificial?
- É.

Imediatamente fui ao Google e comecei a procurar o assunto. Achei o site do Yahoo! falando sobre isso e vi que realmente lá estava dizendo que o Yahoo! Brasil, junto com uma tal de Celestial Marketing, iria mover o mundo todo para que um Eclipse Lunar ocorresse e pudesse ser visto no Brasil. Continuei a pensar: “Que merda é essa? Não dá pra simplesmente fazer isso, que diabos tão falando?”

Em pouco tempo comecei a descobrir a farsa, pesquisando sobre o assunto e lendo mais sobre o evento que vai ocorrer neste sábado. Confesso que depois que descobri direitinho achei esse pessoal de marketing muito espertinho.

Sim, neste sábado dia 16 de Agosto de 2008, vai ocorrer um eclipse lunar que poderá ser visto no Brasil. O que o Yahoo! Brasil omitiu em sua campanha é que o eclipse lunar é natural e não artificial como muita gente está pensando. Pode-se até conferir isto nesta página da NASA. As pessoas, que são desinformadas, e não interpretam bem a situação, realmente acham que o Yahoo! Brasil vai criar um eclipse lunar.

Eclipse Lunar

A jogada é exatamente esta: O Yahoo! Brasil está querendo remodelar a sua marca no Brasil para concorrer pesado com o Google e outras marcas. Parte desse esforço está sendo feito para reforçar a idéia de uma empresa sólida, principalmente depois desses últimos meses, onde a Microsoft está tentando comprar a empresa. Para fazer essa remodelagem, o pessoal da Yahoo! Brasil vai transformar todo o seu site para um novo modelo de roxo (“Não subestime o roxo!“, como o slogan diz), o que estão trabalhando faz algumas semanas, e vão fazer a transição exatamente na hora em que o eclipse lunar ocorrer.

Em outras palavras, eles estão tomando o eclipse pra eles, pra servir como intermediador da mudança: as pessoas vêem e curtem o eclipse, depois vão ao site e se maravilham com toda a remodelagem do site e vários recursos novos.

Mover o mundo seria mobilizar todas as pessoas para assistir o eclipse, que já ia ocorrer mesmo. Foi uma grande sacada desse pessoal de marketing para promover a marca, sem dúvida. Eu só acho idiota as pessoas que nunca se informam direito e acham que realmente a empresa iria criar um eclipse lunar artificial :P

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Fábulas de Esopo

Eu tenho o incrível poder de zoar totalmente meus horários biológicos. Com o uso de computador e Internet eu consigo transformar uma rotina em um caos muito facilmente. Em um desses dias, eu estava assistindo os vários filmes que passam de madrugada na TV e às cinco horas da manhã, quando meus amigos haviam chegado do show do Grave Digger (enquanto eu desanimado tinha ficado em casa…), começou a passar nada mais nada menos do que As Novas Aventuras de Gasparzinho. Nossa, que super maneiro!

O desenho das Novas Aventuras de Gasparzinho sempre me irrita, não por ele ser chato (o que acho bastante), mas porque indica que já são mais de 5 horas da manhã e eu não fui dormir. Pelo menos dessa vez, ao assistir um dos episódios, não sei porque me lembrei de um desenho que eu assistia quando era muito, muito novo. Geralmente não me lembro das coisas que fazia quando era novo, mas de repente pintou essa lembrança e eu fiquei que nem um maluco com aquela sensação de nostalgia. Só que o problema era: que diabos de desenho era? Não fazia a mínima idéia…

Eu fui me lembrando da história: um menino que cuidava do rebanho, estava tão entediado que resolveu tirar sarro de todos. A vila havia combinado que se algum lobo aparecesse, todos iriam se juntar, pegar armas e ferramentas para acabar com o lobo antes que ele fizesse algum estrago no rebanho. O menino se aproveitou disso e saía correndo pela vila gritando “Olha o lobo! Olha o lobo!”, até que todos se juntavam e viam que era apenas uma brincadeira boba e que o menino estava mentindo. Ele repetiu isso duas vezes nos dias seguintes, riu e se divertiu muito com a cara de todos. Mas eis que em um outro dia o Lobo realmente aparece, e quando ele resolve gritar que o lobo havia chegado e estava atrás dele, todo mundo fechou suas portas e o ignorou completamente, pensando que ele estava mentindo de novo. Ele correu do lobo, correu e correu, até que (essa parte eu não me lembro bem), acabou desmaiando, ou caindo para um “mundo alternativo”.

Essa é uma das estórias das Fábulas de Esopo (Aesop’s Fables, em inglês, e Isoppu Monogatari, em japonês), particularmente o que em inglês se chama “The Boy Who Cried Wolf“. Eu fiquei procurando o desenho animado em forma de longa metragem por muito tempo: cerca de uma hora e meia. Procurei em listas de desenhos antigos, mas demorei para me tocar de que era na verdade um desenho japonês (anime). Minha mente só funcionou depois de tentar muito. Quando achei, fiquei muito satisfeito!

Fonte: http://www.amazon.com/gp/customer-media/product-gallery/B00008EY9V/ref=cm_ciu_pdp_images_all

Quando vi a imagem da capa, comecei a relembrar dos personagens e dos contos que havia dentro do vídeo, que tem 60 minutos e foi dirigido por Norio Hikone.

Outro conto que também me lembro é da Lebre e da Tartaruga, onde os dois resolvem apostar uma corrida para ver quem era mais rápido, e a Lebre enquanto zombava da Tartaruga pois ela nunca iria ganhar a corrida, acabou desmerecendo demais e se deu mal.

Quando deu 7 horas da manhã, acabei achando o vídeo da introdução da versão brasileira (que contém a música em japonês de qualquer forma), no Youtube: Fábulas de Esopo (????????? / Esop Fables) – Abertura (OP). Inclusive achei também um pequeno vídeo com a parte da Lebre e a Tartaruga que é bem curtinha: Aesop’s Fables (The Tortoise and the Hare) ????????? anime (em inglês).

A sessão de nostalgia foi muito boa, mas agora eu fiquei com vontade de relembrar tudo e pra isso eu precisava do vídeo completo. Infelizmente eu ainda não consegui e provavelmente a fita VHS que tinha o desenho quando eu era pequeno já se estragou. Quem sabe algum dia possamos ver isso circulando na Internet :)

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